terça-feira, 27 de novembro de 2012

** PROJETO HORTA NA ESCOLA.**




"MINHA ESCOLA TEM HORTA,
 ONDE ME ALIMENTO SAUDÁVEL"


OBJETIVOS
  
  • ·  Conscientizar aos alunos e a comunidade da importância de ter uma alimentação saudável, e tal alimentação só é possível através de inserir frutas, verduras e legumes em  seu cardápio;
  • ·  Oportunizar aos alunos e a comunidade em geral o que significa produtos orgânicos e seu valor nutricional no organismo humano;
  • ·  Orientar e acompanhar a comunidade em cultivação de horta e pomar nos quintais de suas casas;
  • ·  Cultivar hortaliças, frutas, verduras e legumes no pátio da escola;
  • ·  Acabar com o matagal e lixo que tem no pátio da escola;
  • ·  Criar um fundo para as necessidades da escola com as vendas de frutas (bananas, mamão, acerolas, abobora)  verduras ( tomates, pimentões, pimentinhas, cheiro verde, macaxeira, quiabo, alface, couve manteiga) na CEASA / TIMON-MA. 










PROJETOS PEDAGÓGICOS É IMPORTANTE?



        A opção de desenvolver projetos é uma das temáticas bastante discutida no âmbito educacional atual; o conceito de projeto que me refiro, neste texto, é o de projeto pedagógico, ou seja, o de projeto de aula que o professor pretende desenvolver com os alunos na sala de aula ou na escola em geral para atender a um determinado objetivo seja ele leitura, matemática, meio ambiente etc. Segundo a  professora Maria Elisabette Brizola Brito Prado, no texto Pedagogia de Projetos Fundamentos e implicações: “a ideia de projeto é própria da atividade humana, da sua forma de pensar em algo que deseja tornar real, portanto, o projeto é inseparável do sentido de ação”.


No dia-a-dia, podemos observar muitas experiências de trabalhos interessantes; mas, também observamos em muitas escolas, o trabalho com projetos pedagógicos sem objetivos, os professores desguiados pra tal trabalho se preocupam mais em tirar o horário pedagógico da professora titular da sala, na realidade os projetos não tem muita clareza em sua essência
.
A realidade é que na pedagogia de projetos tanto o professor como o aluno precisam assumir novas posturas no processo de ensino e aprendizagem, cabendo ao professor criar situações de aprendizagem cujo foco incide sobre as relações que se estabelecem neste processo, realizando as mediações necessárias para que o aluno possa encontrar sentido naquilo que está aprendendo. No entanto, muitas vezes, o professor passa a desenvolver projetos mais pelo modismo e não com a intenção de modificar uma realidade e isso pode dificultar o trabalho com esse tipo de metodologia. Para evitar esse tipo de dificuldade, Prado nos apresenta três procedimentos que o professor deve considerar no desenvolvimento de projetos:

1. Possibilidade de desenvolvimento do projeto, ou seja, ver as possibilidades dos alunos desenvolverem o projeto;

2. As dinâmicas sociais do contexto em que atua os alunos. Neste caso, é interessante que se parta primeiro do problema existente, porque assim o projeto parte de um propósito real;
3. Mediação pedagógica do professor, que deve assumir posturas diferentes junto ao processo de construção do conhecimento.

Portanto, um dos principais problemas apresentados no desenvolvimento de projetos no estabelecimento, está em o educador não partir do problema real existente na sua classe para depois elaborar o projeto; em muitos casos não se sabe nem o porquê de está trabalhando com aquele projeto; não é a toa que muitos buscam os projetos já prontos. Outro problema que observo no desenvolvimento de projetos refere-se à articulação com as diversas áreas do conhecimento; não se vê o comprometimento de todos os educadores das diversas disciplinas a preocupação e o compromisso com determinado problema existente.

Outra questão que darei ênfase é quanto a integração dos recursos ao desenvolver projetos; muitas vezes esses recursos se apresentam como meros assessórios à prática pedagógica e não como elementos de diferentes linguagens e forma de representação do pensamento que deverão se integrar ao projeto em questão auxiliando na sua efetivação.

Defendo a tese que para superarmos tudo isso, se faz necessário compreender o que vem a ser desenvolver projetos, entender que o desenvolvimento de um projeto envolve o descobrir ou produzir algo novo e a busca de respostas para as questões ou problemas existentes, ou seja, que o projeto sempre deverá partir de uma problemática, levando o educando a criar, produzir, pesquisar e o educador desenvolver o papel de facilitador, aguçando assim a curiosidade do educando nesse processo de aprendizagem.


PROJETO SEMANA SANTA: 

MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS.

OBJETIVOS:

  • Conhecer a história de jesus Cristo segundo a Biblia Sagrada;
  • Incentivar a leitura;
  • Integrar os alunos maiores com os menores;
  • Valorizar e respeitar o próximo;
  • Fazer a integração escola x família.


























                                                 Foto de criança autista


AUTISMO

            O QUE É?

              Autismo é uma desordem na qual uma criança não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças. 
Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comuns em meninos do que em meninas.

        CAUSAS:

        A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).

      SINTOMAS E DIAGNÓSTICO:

    Uma criança autista prefere estar só,  não cria relações pessoais íntimas, exemplo:  não abraça, evita contato visual, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais como girar ao redor de uma mesa dezenas de vezes sem objetivo algum. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir  por não poder ou não querer  falar nada. Quando falamos com a criança, ela frequentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.
Sintomas de autismo em uma criança levam aos médicos ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.
     A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70%  das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70%).
Entre 20 e 40%  das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. Abaixo de 50%, começam a ter convulsões antes da adolescência.

domingo, 25 de novembro de 2012

PASTA DECORADA.



MATERIAL:
  • 01 pasta de papel ou plastico;
  • EVA de cor variado;
  • Cola  quente:
  • 02 pares de olhos de vidro;
  • 04 lacinhos fita decorativa ou bebe.

SUGESTÃO:

Pode variar o desenho, como arvore, borboleta, pássaro etc.



MODELO DE LEMBRANCINHAS:



MATERIAL: 
  • 02 lata de creme de leite, refrigerante ou leite condensado;
  • Tinta branca;
  • 01 pincel de pelos;
  • EVA da cor preferida;
  • Pincel preto;
  • Tesoura;
  • Papel de seda cor preferida;
  • Cola para isopor;
  • 02 bolas de isopor.

OBS:
 Sugestão: Troque os rotinhos de acordo com a data comemorativa, Ex: em dezembro Papai Noel, outubro palhaço etc.



LEMBRANÇA DE CAIXINHA MDF

MATERIAL:

  • Uma caixinha de madeira (MDF);
  • Meio metro de fita branco e meio de fita roso;
  • Um biscuí;
  • Tinta brança;
  • pincel de pelo.

 UTILIZAÇÃO:
 Guarda joias, porta cartão etc.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

TDAH



  • O QUE É  TDAH?
     O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.

  •  TDAH EXISTE MESMO?
     Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola, sem que as crianças sejam excluída das outras.

  • NÃO EXISTE CONTROVÉRSIA SOBRE A EXISTÊNCIA  DO TDAH?
     De maneira alguma. Existe inclusive um Consenso Internacional publicado pelos mais renomados médicos e psicólogos de todo o mundo a este respeito. Consenso é uma publicação científica realizada após extensos debates entre pesquisadores de todo o mundo, incluindo aqueles que não pertencem a um mesmo grupo ou instituição e não compartilham necessariamente as mesmas idéias sobre todos os aspectos de um transtorno.

  • POR QUE ALGUMAS PESSOAS DEFENDEM A TESE QUE O TDAH NÃO EXISTE?
Pelos mais variadas motivos,  inocência e  falta de formação científica. Alguns chegam a afirmar que “o TDAH não existe”, é uma “invenção” médica ou da indústria farmacêutica, para terem lucros com o tratamento. No primeiro caso se incluem todos aqueles profissionais que nunca publicaram qualquer pesquisa demonstrando o que eles afirmam categoricamente e não fazem parte de nenhum grupo científico. Quando questionados, falam em “experiência pessoal” ou então relatam casos que somente eles conhecem porque nunca foram publicados em revistas especializadas. Muitos escrevem livros ou têm site na Internet, mas nunca apresentaram seus “resultados” em congressos ou publicaram em revistas científicas, para que os demais possam julgar a veracidade do que dizem.
    No segundos caso são aqueles que pretendem “vender” alguma forma de tratamento diferente daquilo que é atualmente preconizado, alegando que somente eles podem tratar de modo correto. Tanto os primeiros quanto os segundos afirmam que o tratamento do TDAH com medicamentos causa conseqüências terríveis. Quando a literatura científica é pesquisada, nada daquilo que eles afirmam é encontrado em qualquer pesquisa em qualquer país do mundo. Esta é a principal característica destes indivíduos: apesar de terem uma “aparência” de cientistas ou pesquisadores, jamais publicaram nada que comprovasse o que dizem. portanto, TDAh existe sim.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

PRINCIPAIS DISTÚRBIO DA APRENDIZAGEM.




     
  • Dislexia - refere-se à falha no processamento da habilidade da leitura e da escrita durante o desenvolvimento, é um atraso no desenvolvimento ou a diminuição em traduzir sons em símbolos gráficos e compreender qualquer material escrito. São de três tipos: visual, mediada pelo lóbulo occipital fonológica, ediada pelo lóbulo temporal; e mista, com mediação das áreas frontal, occipital, temporal e pré-frontal.
  • Disgrafia -  é uma deficiência na linguagem escrita , mais precisamente na qualidade do traçado gráfico , sem comprometimento neurológico e/ou intelectual. Nas disgrafias, também encontramos níveis de inteligência acima da média ,mas por vários motivos ,apresentam escrita ilegível ou lenta.A ‘letra feia’ (disgrafia) está ligada à dificuldades para recordar a grafia correta para representar um determinado som ouvido , ou elaborado mentalmente. A criança ,escreve devagar ,retocando as letras , e realizando de forma inadequada as uniões entre as mesmas .Normalmente as amontoa ,com o objetivo de esconder os erros ortográficos. Assim como a dislexia ,a disgrafia também está relacionada à má organização de espaço temporal, fazendo com que uma organização de caderno, por exemplo, seja ‘inexistente’.(usa espaços inadequados entre as palavras, margens inexistentes, letras deformadas, escrita ascendente ou descendente ,etc).
  •  Discalculia - a discalculia, é a dificuldade ou a incapacidade de realizar atividades aritméticas básicas, tais como quantificação, numeração ou cálculo. A discalculia é causada por disfunção de áreas têmpora parietais, muito compatível com o exame clínico do TDAH. Vale lembrar que alguns indivíduos têm menos aptidão para matemática do que outros, e nem por isso pode-se diagnosticá-los como se tivessem discalculia. A discalculia está quase sempre associada à quadros de dislexia e do TDAH. (onde se encontram indivíduos com QI acima da média.)

BRINCANDO TAMBÉM SE APRENDE!

 

       A utilização do lúdico como prática pedagógica garante uma aprendizagem significativa para as crianças com ou sem dificuldade de aprendizagem. O lúdico como proposta pedagógica para ser trabalhado com crianças, adolescentes e até mesmo adulto em sala de aula, o mesmo   tornar as aulas mais prazerosas.  Contribuindo de maneira eficaz no desenvolvimento de todos. A atividade lúdica deve ser compreendida como recurso pedagógico, pois de posse desse conhecimento o professor poderá intervir de maneira efetiva no processo de aquisição de conhecimento e na busca de mais subsídios que atendam as reais necessidades de seus alunos com dificuldades ou não no  aprendizado . 

O LÚDICO NA ESCOLA


        O espaço escolar pode e deve se transformar em um espaço agradável e prazeroso de aprender. E o lúdico permitirá o educador alcançar sucesso em sala de aula, tornando-se um importante instrumento facilitador no ensino-aprendizagem.  O lúdico é capaz de transformar as aulas repetitivas, cansativas, monótonas em aulas significativas, o mesmo tem influência na aprendizagem das crianças na alfabetização, bem como nas demais séries.
          Os benefícios que o trabalho com o lúdico traz as atividades  escolares, é surpreendente, a criança se desenvolve com maior facilidade.  Os jogos e as brincadeiras deve ser  privilégio da educação infantil e nem de uma só disciplina, todas as disciplinas podem e devem trabalhar com o lúdico, com brincadeiras e jogos.  Infelizmente  ainda tem educadores de maneira equivocada que considera  o trabalho de ludicidade   um passatempo,  perda de tempo. 
        Tal atitude não permite que o educador vislumbre o beneficio que o trabalho com o lúdico traz a aprendizagem de seu educando, favorecendo assim seu desenvolvimento  social e intelectual. Tem que se conscientizar que as atividades lúdicas são apropriadas para todas as series e devem ser orientadas para que as mesmas não se tornem um mero passatempo. Devem sim ser iniciadas na educação infantil e em todas as disciplinas e não  restringem as aulas de Educação Física, Artes etc, o lúdico pode ser trabalhado em todas as disciplinas que compõem o currículo escolar e em todas as series e nos vários conteúdos programáticos e transversais.

DISGRAFIA


        Nos diferentes aspectos da Dislexia, a DISGRAFIA é caracterizada por problemas com a Linguagem Escrita, que dificulta a comunicação de idéias e de conhecimentos através desse específico canal de comunicação. Há disléxicos sem problemas de coordenação psicomotora, com uma linguagem corporal harmônica e um traçado livre e espontâneo em sua escrita, embora, até, possam ter dificuldades com Leitura e/ou com a interpretação da Linguagem Escrita. Mas há disléxicos com graves comprometimentos no traçado de letras e de números. Eles podem cometer erros ortográficos graves, omitir, acrescentar ou inverter letras e sílabas. Sua dificuldade espacial se revela na falta de domínio do traçado da letra, subindo e descendo a linha demarcada para a escrita. Há disgráficos com letra mal grafada mas inteligível, porém outros cometem erros e borrões que quase não deixam possibilidade de leitura para sua escrita cursiva, embora eles mesmos sejam capazes de ler o que escreveram. É comum que disgráficos também tenham dificuldades em matemática.

AUTISMO





Em relação às suas atividades e interesses, os autistas são resistentes a mudanças e mantêm rotinas e rituais. É comum insistirem em determinados movimentos, como abanar as mãos e rodopiar mesas varias vezes sem objetivo. Preferem brincadeiras de ordenamento e têm fascinação por objetos ou elementos inusitados para uma criança, como faca, tesoura.
      Costumam preocupar-se excessivamente com temas restritos, como horários fixos de determinadas atividades ou compromissos. Dificilmente brincam de faz-de-conta e quando isso ocorre, limitam-se a ações simples de um ou dois episódios histórias ou programas de TV favoritos, não costumam repetir atividades na maioria das vezes.
Apesar de ser dificilmente detectada no primeiro ano de vida, a doença pode se manifestar nesse período, caracterizada por um desenvolvimento anormal. Um dos sinais é a aversão ao colo. Em casos raros, a partir de uma certa idade, a criança entra numa fase de regressão e perde habilidades de interação social e comunicação adquiridas nos primeiros anos de vida.
Gostam de viver em um mundo próprio  um mundo criado por eles e são poucas pessoas que eles elegem pra fazer parte deste mundo, não tem medo do perigo e nem de se machucarem.


A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL.



A IMPORTANCIA DO LÚDICO NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO
 INFANTIL

MARIA DE JESUS DE CASTRO MOURA


RESUMO

Este artigo intitulado “A Importância do Lúdico no Processo Ensino Aprendizagem na Educação Infantil”, teve como objetivo investigar as estratégias lúdicas operacionalizadas pelas professoras na educação infantil, visto que, através delas a criança reproduz muitas situações vividas em seu cotidiano, as quais, pela sua imaginação, são reelaboradas. Para tanto, utilizou-se de pesquisa bibliográfica e de campo com abordagem qualitativa, a coleta de dados realizou-se através do questionário direcionado a quatro professoras da educação infantil. O campo da pesquisa foi uma escola publica municipal, localizada na zona urbana de Timon-MA. A discussão e analise dos dados foi realizada de acordo com o referencial teórico estudado e obteve-se como conclusão que diante da realidade atual o professor deve mudar sua prática pedagógica, priorizando o uso das atividades lúdicas como ferramenta indispensável ao processo educacional, sendo necessário e importante que a escola implante no seu currículo o uso das atividades lúdicas, bem como oferecer aos professores condições necessárias para que possam desenvolver bem essas atividades, de modo a garantir uma aprendizagem criativa e significativa.



PALAVRAS-CHAVES: Lúdico. Educação. Infantil. Ensino-Aprendizagem

ABSTRACT
The article entitled "the importance of play in the teaching learning in early childhood education ", aimed to investigate the playful strategies operationalized by teachers in education children because, through them the child reproduces many situations
experienced in their daily lives, which, by their imagination, they are
reworked. To this end, we used literature search and
field as a qualitative approach to data collection was conducted over
questionnaire directed to four teachers of early childhood education. The
field of research was a public school, located in
Urban Timon-MA. The discussion and data analysis was performed
According to the theoretical study and obtained as a conclusion that
before the current reality teachers should change their pedagogical practice,
prioritizing the use of play activities as an indispensable tool to
educational process, is necessary and important that the school implant
in its curriculum the use of play activities, as well as offer
conditions for teachers who can develop and these
activities, to ensure a meaningful and creative learning.

KEY WORDS: Recreation. Education. Child. Teaching-learning

INTRODUÇÃO

As atividades lúdicas ocupam lugar privilegiado no universo infantil e têm, ao longo da história, despertado o interesse de pesquisadores de vários campos do conhecimento. A utilização do lúdico no processo pedagógico faz despertar o gosto pela vida e leva as crianças a enfrentarem os desafios que lhe surgirem. A convivência de forma lúdica e prazerosa com a aprendizagem proporcionará à criança estabelecer relações cognitivas às experiências vivenciadas, bem como relacioná-la as demais produções culturais ou simbólicas, conforme procedimentos metodológicos compatíveis a essa prática.
Partindo desse contexto, questionou-se qual a concepção do lúdico para os professores de educação infantil? E buscou-se respostas para outros questionamentos tais quais; a) Quais as atividades lúdicas desenvolvidas em sala de aula? b) De que modo a ludicidade pode contribuir na melhoria do processo de ensino-aprendizagem?
Diante da realidade existente na sala de aula, ausência da freqüência do lúdico, acredita-se que o professor possa priorizar o uso das atividades lúdicas como ferramenta indispensável ao processo educacional.
Nessa perspectiva, esta pesquisa teve como objetivo geral investigar as estratégias lúdicas operacionalizadas pelas professoras na educação infantil. Para o alcance desse objetivo foram delimitados como objetivos específicos: a) identificar a relação entre ludicidade e a educação infantil; b) enumerar as práticas lúdicas no processo de aprendizagem da educação infantil.
Este trabalho justifica-se pela necessidade de compreender o papel do lúdico como ferramenta significativa para um aprendizado de qualidade nas instituições de ensino.
O procedimento metodológico da presente pesquisa iniciou com o estudo bibliográfico fundamentado em Benjamin (1985), Macedo (2004), Marcellino (1990) e outros, em um segundo momento aconteceu a pesquisa de campo com abordagem qualitativa, realizada em uma escola pública municipal em Timon – MA. Teve como sujeitos da pesquisa quatro professoras do ensino infantil da referida escola. Para a coleta de dados utilizou-se a técnica do questionário, com perguntas abertas, com o intuito de compreender a concepção das professoras entrevistadas  quanto ao lúdico na educação infantil.
No contexto dessa pesquisa procura-se mostrar a importância do lúdico no processo ensino aprendizagem na educação infantil como recurso didático-pedagógico.

2. A Ludicidade e a Escola

A preocupação em trabalhar a formação da criança através de atividades lúdicas não é recente. A história da antiguidade apresenta relatos que revelam o interesse pelo uso dos meios lúdicos no processo de ensino aprendizagem.
De acordo com Fontana (1997) o lúdico promove a formação através do uso e indução à própria criatividade, da auto-realização, do prazer em aprender brincando. Com a ludicidade o educando se expõe no seu mais intimo, não fugindo da realidade. Dessa forma, as atividades lúdicas são de fundamental importância para o desenvolvimento integral da criança, tendo em vista que elas estimulam a socialização, a criatividade, a iniciativa e a autonomia, nos aspectos cognitivos, afetivos, físicos e sociais.
O papel do educador nesse contexto é orientar os educandos, propiciando-lhes instrumentos para a busca do conhecimento de forma dialógica. Para Freire (1989. p. 96) “(...) o educador deve ser aquele que observa, colhe os dados, trabalha com eles.” Os espaços dentro das instituições infantis devem ser acolhedores, desafiadores e planejados segundo uma intencionalidade pedagógica. Conforme Barbosa e Horn,
Os espaços internos não podem ser vistos como pano de fundo, e sim como parte integrante da ação pedagógica, devendo, portanto, ser cuidadosamente planejados, visto constituírem um fator que vai permitir às crianças muitas interações e, em conseqüência, novas aprendizagens, principalmente por meio do brincar. (1998, p. 16)
Na fala das autoras percebe-se a importância da atividade lúdica, do brincar na escola e na infância, pois proporciona desenvolvimento e aprendizado ao indivíduo que brinca.

2.1 A Ludicidade, a Criatividade e a Socialização
Brincar é típico da criança, pois é uma atividade intrínseca e espontânea.
“É na brincadeira que ela encontra sentido para a vida, é nela que as coisas se transformam e são construídas de muitos modos e repetidas tantas vezes quanto à criança quiser.” (MACEDO, 2004, p.11)
Assim a brincadeira faz parte do universo escolar, nas mais diversas modalidades de ensino, pois são atividades que levam a criança a imaginar, criar, imitar os acontecimentos, vivenciados no seu dia-a-dia, com criatividade.
A atividade lúdica é muito importante no processo de socialização. É primordial que o brinquedo, o jogo e o lazer marquem sempre um encontro com a criança na sala de aula. A brincadeira pode ser entendida como um diálogo simbólico entre as crianças e a realidade em que está inscrita. Benjamin (1985, p. 9), sinaliza “a criança quer puxar alguma coisa e torna-se cavalo, quer brincar de areia e torna-se pedreiro, quer esconder-se e torna-se ladrão ou guarda”.
Portanto, as atividades lúdicas, para o autor devem incitar e exercitar a imaginação das crianças além de criar uma situação de aprendizagem. A criação de bonecos, por exemplo, é uma brincadeira em que se aprende a compartilhar e a respeitar opiniões diferentes.
O lúdico faz parte do processo educativo na mesma medida em que alia ao conhecimento a criatividade, o cotidiano a fruição. Assim se manifesta Marcellino,
[...] o brinquedo, o jogo [...] através do prazer, o brincar possibilita á criança a vivência de sua faixa etária e ainda contribui de modo significativo para a sua formação como ser realmente humano, participante da cultura, da sociedade em que vive [...] a vivência do lúdico é imprescindível em termos de participação cultural e, principalmente, criativa. (1990, p. 72)
É importante acionar na criança o seu meio de expressar fundamentalmente a expressão simbólica de experiências e desejos. É preciso considerar que não existe uma criança, mas muitas crianças com vivências diferenciadas. Macedo diz que:
Representar é uma nova forma de assimilação que expressa a qualidade simbólica de nossa inteligência. O símbolo é qualquer palavra, gesto, objeto ou índice que tem a propriedade de reunir, de recuperar aquilo que partiu que não é ou está presente. (2004, p. 121)
Dessa forma, o faz de conta é essencial ao desenvolvimento da criança, pois é pelo brincar que as crianças se expressam e comunicam-se. O lúdico como meio de criatividade é um instrumento fundamental no desenvolvimento da criança, pode e deve estar inserido no processo de aprendizagem.
Para Weiss (1993, p.26) “a criança aprende brincando continuamente”. Portanto, é através do brincar que se inicia o processo de socialização da criança, aprendendo a relacionar-se com outros, além de compreender o mundo que o cerca e desenvolver suas capacidades cognitivas e motoras.

2.2 A Importância do Lúdico no Processo Educativo

As brincadeiras, ao longo dos tempos, fazem parte da história da humanidade e representa a expressão das diversas culturas, revelando as peculiaridades de cada grupo social.
A Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada em 1959, pela Assembléia geral das Nações Unidas), no Artigo 7: ao lado do Direito à Educação enfatiza que :
(...) toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e às autoridades públicas, garantir a ela o exercício pleno desse direito.
Nesse sentido, a criança necessita experimentar emoções e vivências comuns, aprendendo a respeitar regras e dividir os espaços na convivência com o outro.
  De acordo com Hermida (2008, p. 92), a escola aprensenta-se como um espaço propício a essas atividades e a sala de aula o meio para efetivação desse direito, em que o professor exerce um papel de mediador, ajudando a criança a construir e ampliar o conhecimento, usando o lúdico como importante instrumento na elaboração de situações significativas de aprendizagem, para que ao brincar o aluno tenha oportunidade de aprender. Piaget (1975, p. 22) diz que:
Nas brincadeiras a criança desenvolve a criatividade através do faz-de-conta e trabalha o que tem de mais sério, necessário e vital, para o crescimento e o desenvolvimento da personalidade e da vida. Na medida em que favorece o processo da criança, o brincar enriquece os espaços de aprendizagem.
Assim sendo, o professor precisa privilegiar um ambiente destinto, preparado para promover a realização de jogos e brincadeiras e assim despertar a emoção e o imaginário.
O lúdico apresenta valores específicos para todas as fases da vida. Logo, na idade infantil e na adolescência, a finalidade é essencialmente pedagógica. A criança e até mesmo o jovem opõe uma resistência à escola e ao ensino, porque acima de tudo o ensino tradicional não tem se apresentado de maneira lúdica e não prazeroso.
Para Snyders (1996), o sentido verdadeiro da educação lúdica, só estará garantido se o professor estiver preparado para realizar-lo e tiver um profundo conhecimento sobre os fundamentos da mesma. A formação oportuniza o professor não só o saber da sua sala de aula possibilita também, o conhecer as questões da educação, as diversas práticas analisadas na perspectivas histórica, sócio-cultural.
Segundo Hermida (2008), existem inúmeras possibilidades de incorporar a ludicidade na aprendizagem. Para que uma atividade pedagógica seja lúdica é importante que permita a fruição, a decisão, a escolha, as descobertas e as soluções por parte das crianças e dos adolescentes, do contrário, serão compreendidas apenas como mais um exercício.
Só assim, percebe-se o lúdico uma concepção teórica profunda e uma concepção prática, atuante e concreta, em que organizando rotinas o professor poderá desenvolver a autonomia e as interações entre crianças, criando espaço em que a vida pulse, onde se construam ações conjuntas, amizades sejam feitas e criem-se culturas, colocando à disposição das crianças matérias e objetos para descobertas e ressignificações.
3. Materiais e Métodos
Para realização deste trabalho optou-se pela pesquisa qualitativa que de acordo com Marconi e Lakatos (2006, p. 53), coloca o pesquisador como parte integrante do cotidiano escolar, sem distanciamento formal. Além de um questionamento e um diálogo permanente com o referencial teórico do trabalho.
Realizou-se ainda uma pesquisa de campo, que para Gonsalves (2003, p.68), “preocupa-se com a interpretação do fenômeno, considerando o significado que os outros dão às suas práticas”. Todos os dados coletados no decorrer da pesquisa foram considerados de utilidade para uma melhor compreensão do fenômeno estudado. Por isso, escolheu-se o questionário com perguntas abertas, que segundo Marconi e Lakatos (2006, p. 69), economiza tempo, obtém respostas mais rápidas e precisa, há maior liberdade nas respostas, em razão do anonimato.”
          O campo da pesquisa foi uma escola pública municipal localizada na zona urbana da cidade de Timon – MA. A escola atende nos turnos manhã, tarde e noite, e oferece Educação Infantil, Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano e Educação de Jovens, Adultos e Idosos – EJAI.
          Os sujeitos da pesquisa são quatro professoras do Ensino Infantil, todos possuem formação superior e mais de cinco anos como docentes nessa modalidade de ensino.

4. Análise e Discussão dos Resultados
Os resultados colhidos através do questionário aplicado contemplam os seguintes entendimentos e análises.
Quanto ao primeiro questionamento da investigação, a respeito da concepção que as professoras têm do lúdico, as respostas das quatros entrevistadas convergem para as seguintes compreensões: ferramenta importante no desenvolvimento psicossocial da criança; metodologia que envolve habilidades específicas de aprendizagem na criança; atividades que propiciam conhecimento, integrando a ação o pensamento e o sentimento.
            Através dessas falas percebe-se que o lúdico é entendido como um caminho para uma aprendizagem significativa, e poderia ser muito mais. De acordo com Ocampo (1995, p. 98) a ludicidade pode ser uma ponte facilitadora da aprendizagem se o professor pudesse pensar e questionar sobre sua forma de ensinar.
          Quando questionadas sobre as estratégias lúcidas operacionalizadas, as professoras colocavam: jogos e brincadeiras que atendam aos objetivos dos conteúdos propostos. De acordo com Vygotsky (1984, p. 52), “é brincando, jogando, que a criança revela seu estado cognitivo, visual, auditivo, tátil, motor. Seu modo de aprender e entrar em uma relação cognitiva com o mundo de eventos, peças, coisas e símbolos”. Então, ao usar educação infantil o professore deve estar atento às atribuições do relevante papel ao ato de brincar na construção do pensamento infantil.
          A seguir as professoras foram perguntadas sobre a relação entre ludicidade e a educação infantil e obteve-se como respostas: “a formação através da criatividade, da auto-realização, do prazer em aprende...; “melhorar a personalidade da criança”; “aliar a brincadeira ao conhecimento de maneira prazerosa”. De acordo com Redin (2009, p. 50):
[...] no período da educação infantil deverão ser viabilizados ao ritmo do psiquismo infantil, com a alegria da descoberta, da surpresa, do espanto, do acanto, do belo, do novo, do prático, do tático, do cooperativo, do original no coletivo, do lúcido, do harmonioso, surpreendente mundo autenticamente humano.
            Isso mostra as relações que a escola infantil pode estabelecer com a ludicidade, mostrando que a escola deve ser um espaço prazeroso, criativo e crítico.
            Com relação às práticas lúcidas no processo de aprendizagem da educação infantil, foram colocados: “jogos, brincadeiras, músicas, leitura infantil, parlendas, quadrinhos, teatros de bonecos de pano, uso de fantoche”. Rosamilha (1997, p. 52) enfatiza que:
O objeto, sons, movimentos, cores, figuras, pessoas, tudo pode virar brinquedo através de um processo de interação em que funcionam como alimentos que nutrem a atividade lúcida, enriquecendo.
            O afeto também pode ser uma maneira eficaz de se chegar perto do sujeito e a ludicidade, em conjunto, um caminho estimulador e enriquecedor para se atingir uma totalidade no processo de aprender, e aprender brincando.       Através dessas práticas as crianças adquirem estabilidade emocional para se envolver com a aprendizagem.
            Questionadas quando os jogos e as brincadeiras nas atividades educacionais devem ser realizadas, os sujeitos da pesquisa colocaram que devem ser aplicadas semanalmente, uma vez que em sua grande maioria eles só fazem uso desse recurso uma vez por semana, o que vem contrariar o pensamento de Rêgo (2001, p. 80) que enfatiza que o lúdico é um significativo promotor do desenvolvimento, nos fazendo pensar que seu uso deve ser aplicado no cotidiano escolar, em coerência com os conteúdos, os temas trabalhados em sala de aula:  
[...] considera o brinquedo uma importante fonte de promoção de desenvolvimento. Apesar do brinquedo não ser o aspecto predominante da infância, ele exerce uma enorme influência no desenvolvimento infantil.
            A criança que inicia sua educação através do lúdico tende-se a desenvolver melhor em todos seus aspectos, pois o lúdico tem o poder de melhorar sua compreensão. O brincar vem ampliando sua importância, deixando de ser um simples divertimento e tornando-se ponte entre a infância e a vida adulta. Seu uso é favorecido pelo contexto lúdico, oferecendo à criança a oportunidade de utilizar a criatividade, o domínio de si, a formação da personalidade e o imprevisível.


CONCLUSÃO

            O objetivo desse trabalho foi investigar as estratégias lúdicas operacionalizadas pelos professores na Educação Infantil, onde se percebe que as mais utilizadas são os jogos e as brincadeiras, estratégias que oportunizam a descoberta de si mesmo e dos outros.
            Percebeu-se nas falas das professoras que a relação ludicidade, Educação Infantil está principalmente em aliar a brincadeira ao conhecimento de maneira prazerosa, utilizando a linguagem que a criança conhece e gosta: o brincar.
As práticas lúdicas utilizadas no processo de aprendizagem educacional vão da brincadeira à história infantil, proporcionando na criança uma aprendizagem significativa. Os professores vêem o lúdico como uma ferramenta indispensável no desenvolvimento da criança, devendo, para isso, ser bem utilizado pelo professor. Ao mesmo tempo, tornar-se imperativo que o professor trabalhe com essa ferramenta de acordo com as necessidades dos seus alunos.
 Sendo, portanto, as atividades lúdicas uma necessidade da criança, cabe ao professor oportunizar a seus alunos atividades interessantes que os levem a uma aprendizagem mais significativa. Assim, é fundamental e necessário que a escola implante no seu currículo o uso das atividades lúdicas, bem como oferecer aos professores condições necessárias para que possam desenvolver bem essas atividades, de modo a garantir uma aprendizagem mais criativa.

  
REFERÊNCIAS

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