terça-feira, 17 de setembro de 2013

O processo ensino/aprendizado é fascinante.


O processo ensino/aprendizado é fascilante, compreender como aprendemos e o porquê de muitas pessoas inteligentes, dedicadas e, até, mesmo geniais enfrentaram dificuldades  em sua vida escolar, é extraordinário, as dificuldades no aprendizado, é desafio que a Ciência vem deslindando paulatinamente. E com o desenvolvimento tecnológico de nossos dias, com destaque ao apoio da técnica de ressonância magnética funcional, as conquistas dos últimos dez anos têm trazido respostas significativas, relevantes sobre as dificuldades no aprendizado principalmente no que s refere o que é Dislexia.
Essa significância nos leva a complexidade do entendimento do que é Dislexia, está diretamente vinculada ao entendimento do ser humano:

Ø     De quem somos;
Ø     Do que é Memória;
Ø     Pensamento;
Ø     Pensamento e linguagem;
Ø     De como aprendemos;
Ø     E do por que podemos encontrar facilidades até geniais, mescladas de dificuldades até básicas em nosso processo individual de aprendizado.



O maior problema para assimilarmos esta realidade está no conceito arcaico de que: "quem é bom, é bom em tudo", isto é, a pessoa, porque é inteligente, tem que saber tudo e ser habilidoso em tudo o que faz. Posição equivocada que Howard Gardner aprofundou com excepcional mestria, em suas pesquisas e estudos registrados, especialmente, em sua obra Inteligências Múltiplos.  Que transformou em pesquisa cientificamente comprovada, e o alçou à posição de um dos maiores educadores de todos os tempos.



A evolução progressiva de entendimento do que é Dislexia, resultante do trabalho cooperativo de mentes brilhantes que têm-se doado em persistentes estudos, tem marcadores claros do progresso que vem sendo conquistado. Durante esse longo período de pesquisas que transcende gerações, o desencontro de opiniões sobre o que é Dislexia redundou em mais de cem nomes para designar essas específicas dificuldades de aprendizado, e em cerca de 40 definições, sem que nenhuma delas tenha sido universalmente aceita. Recentemente, porém, no entrelaçamento de descobertas realizadas por diferentes áreas relacionadas aos campos da Educação e da Saúde, foram surgindo respostas importantes e conclusivas, como:

Ø     Dislexia tem base neurológica, e que existe uma incidência expressiva de fator genético em suas causas;
Ø     Ela é transmitida por um gene de uma pequena ramificação do cromossomo + 6 que, por ser dominante, torna Dislexia altamente hereditária, o que justifica que se repita nas mesmas famílias;
Ø      Que o disléxico tem mais desenvolvida área específica de seu hemisfério cerebral lateral-direito do que leitores normais.



 Condição que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons" como expressão significativa desse potencial, que está relacionado à sensibilidade, artes, atletismo, mecânica, visualização em 03 dimensões, criatividade na solução de problemas e habilidades intuitivas; que, embora existindo disléxicos ganhadores de medalha olímpica em esportes, a maioria deles apresenta imaturidade psicomotora ou conflito em sua dominância e colaboração hemisférica cerebral direita-esquerda. Dentre estes, há um grande exemplo brasileiro que, embora somente com sua autorização pessoal poderíamos citar o seu nome, ele que é uma de nossas mentes mais brilhantes e criativas no campo da mídia, declarou: "Não sei por que, mas quem me conhece também sabe que não tenho domínio motor que me dê a capacidade de, por exemplo, apertar um simples parafuso"; que, com a conquista científica de uma avaliação mais clara da dinâmica de comando cerebral em Dislexia, pesquisadores da equipe da Dra. Sally Shaywitz, da Yale University, anunciaram, recentemente, uma significativa descoberta neurofisiológica, que justifica ser a falta de consciência fonológica do disléxico, a determinante mais forte da probabilidade de sua falência no aprendizado da leitura; que o Dr. Breitmeyer descobriu que há dois mecanismos inter-relacionados no ato de ler:
Ø O mecanismo de fixação visual;
Ø E o mecanismo de transição ocular.



 Mais tarde, foram estudados pelo Dr. William Lovegrove e seus colaboradores, e demonstraram que crianças disléxicas e não-disléxicas não apresentaram diferença na fixação visual ao ler; mas que os disléxicos, porém, encontraram dificuldades significativas em seu mecanismo de transição no correr dos olhos, em seu ato de mudança de foco de uma sílaba à seguinte, fazendo com que a palavra passasse a ser percebida, visualmente, como se estivesse borrada, com traçado carregado e sobreposto. Sensação que dificultava a discriminação visual das letras que formavam a palavra escrita. Como bem figura uma educadora e especialista alemã, "... É como se as palavras dançassem e pulassem diante dos olhos do disléxico".



A dificuldade de conhecimento e de definição do que é Dislexia, faz com que se tenha criado um mundo tão diversificado de informações, que confunde e desinforma. Além do que a mídia, no Brasil, as poucas vezes em que aborda esse grave problema, somente o faz de maneira parcial, quando não de forma inadequada e, mesmo, fora do contexto global das descobertas atuais da Ciência.
Dislexia é causa ainda ignorada de evasão escolar em nosso país, e uma das causas do chamado "analfabetismo funcional" que, por permanecer envolta no desconhecimento, na desinformação ou na informação imprecisa, não é considerada como desencadeante de insucessos no aprendizado.



Hoje, os mais abrangentes e sérios estudos a respeito desse assunto, registram 20% da população americana como disléxica, com a observação adicional: "existem muitos disléxicos não diagnosticados em nosso país". Para sublinhar, de cada 10 alunos em sala de aula, dois são disléxicos, com algum grau significativo de dificuldades. Graus leves, embora importantes, não costumam sequer ser considerados.



Também para realçar a grande importância da posição do disléxico em sala de aula cabe, além de considerar o seríssimo problema da violência infanto-juvenil, citar o lamentável fenômeno do suicídio de crianças que, nos USA, traz o gravíssimo registro de que 40 (quarenta) crianças se suicidam todos os dias, naquele país. E que dificuldades na escola e decepção que eles não gostariam de dar a seus pais estão citadas entre as causas determinantes dessa tragédia.



Ainda é de extrema relevância considerar estudos americanos, que provam ser de 70% a 80% o número de jovens “delinquentes” nos USA, que apresentam algum tipo de dificuldades de aprendizado. E que também é comum que crimes violentos sejam praticados por pessoas que têm dificuldades para ler. E quando, na prisão, eles aprendem a ler, seu nível de agressividade diminui consideravelmente.

O Dr. Norman Geschwind, M.D., professor de Neurologia da Harvard Medical School; professor de Psicologia do MIT - Massachussets Institute of Tecnology; diretor da Unidade de Neurologia do Beth Israel Hospital, em Boston, MA, pesquisador lúcido e perseverante que assumiu a direção da pesquisa neurológica em Dislexia, após a morte do pesquisador pioneiro, o Dr. Samuel Orton, afirma que a falta de consenso no entendimento do que é Dislexia, começaram a partir da decodificação do termo criado para nomear essas específicas dificuldades de aprendizado; que foi eleito o significado latino DYS, como dificuldade; e lexia, como palavra. Mas que é na decodificação do sentido da derivação grega de Dislexia, que está à significação intrínseca do termo: DYS, significando imperfeito como disfunção, isto é, uma função anormal ou prejudicada; e lexia que, do grego, dá significação mais ampla ao termo palavra, isto é, como Linguagem em seu sentido abrangente.

Por toda complexidade do que, realmente, é Dislexia; por muita contradição derivada de diferentes focos e ângulos pessoais e profissionais de visão; porque os caminhos de descobertas científicas que trazem respostas sobre essas específicas dificuldades de aprendizado têm sido longos e extremamente laboriosos, necessitando, sempre, de consenso, é imprescindível um olhar humano, lógico e lúcido para o entendimento maior do que é Dislexia.

DISLEXIA
É uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem:

Ø    Em Leitura;
Ø     Soletração;
Ø     Escrita;
Ø     Em Linguagem Expressiva ou Receptiva
Ø    Em Razão e Cálculo Matemáticos;
Ø      Como na Linguagem Corporal e Social. Não tem como causa falta de interesse;
Ø     Em motivação;
Ø     De esforço ou de vontade.

Como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária. Dificuldades no aprendizado da leitura, em diferentes graus, é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos. 

Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente, como método diferente...

DISGRAFIA 

É uma inabilidade ou atraso no desenvolvimento da Linguagem Escrita, especialmente da escrita cursiva. Escrever com máquina datilográfica ou com o computador pode ser muito mais fácil para o disléxico. Na escrita manual, as letras podem ser mal grafadas, borradas ou incompletas, com tendência à escrita em letra de forma. Os erros ortográficos, inversões de letras, sílabas e números e a falta ou troca de letras e números ficam caracterizados com muita frequência.

         DISCALCULIA 

As dificuldades com a Linguagem Matemática são muito variadas em seus diferentes níveis e complexas em sua origem. Podem evidenciar-se já no aprendizado aritmético básico como, mais tarde, na elaboração do pensamento matemático mais avançado. Embora essas dificuldades possam manifestar-se sem nenhuma inabilidade em leitura, há outras que são decorrentes do processamento lógico-matemático da linguagem lida ou ouvida. Também existem dificuldades advindas da imprecisa percepção de tempo e espaço, como na apreensão e no processamento de fatos matemáticos, em sua devida ordem.
                                   
DEFICIÊNCIA DE ATENÇÃO 


 É a dificuldade de concentrar e de manter concentrada a atenção em objetivo central, para discriminar, compreender e assimilar o foco central de um estímulo. Esse estado de concentração é fundamental para que, através do discernimento e da elaboração do ensino, possa completar-se a fixação do aprendizado. A Deficiência de Atenção pode manifestar-se isoladamente ou associada a uma Linguagem Corporal que caracteriza a Hiperatividade.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

APRENDIZAGEM E CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO


A aprendizagem e a construção do conhecimento são processos naturais e espontâneos do ser humano que desde muito cedo aprende a mamar, falar, andar, pensar, garantindo assim, a sua sobrevivência. Com aproximadamente três anos, as crianças são capazes de construir as primeiras hipóteses e já começam a questionar sobre a existência.
A aprendizagem escolar também é considerada um processo natural, que resulta de uma complexa atividade mental, na qual o pensamento, a percepção, as emoções, a memória, a motricidade e os conhecimentos prévios estão envolvidos e onde a criança deva sentir o prazer em aprender.
O estudo do processo de aprendizagem humana e suas dificuldades são desenvolvidos pela Psicopedagogia, levando-se em consideração as realidades interna e externa, utilizando-se de vários campos do conhecimento, integrando-os e sintetizando-os. Procurando compreender de forma global e integrada os processos cognitivos, emocionais, orgânicos, familiares, sociais e pedagógicos que determinam à condição do sujeito e interferem no processo de aprendizagem, possibilitando situações que resgatem a aprendizagem em sua totalidade de maneira prazerosa.


Segundo Maria Lúcia Weiss, “a aprendizagem normal dá-se de forma integrada no aluno (aprendente), no seu pensar, sentir, falar e agir. Quando começam a aparecer “dissociações de campo” e sabe-se que o sujeito não tem danos orgânicos, pode-se pensar que estão se instalando dificuldades na aprendizagem: algo vai mal no pensar, na sua expressão, no agir sobre o mundo”.
Atualmente, a política educacional prioriza a educação para todos e a inclusão de alunos que, há pouco tempo, eram excluídos do sistema escolar, por portarem deficiências físicas ou cognitivas; porém, um grande número de alunos (crianças e adolescentes), que ao longo do tempo apresentaram dificuldades de aprendizagem e que estavam fadados ao fracasso escolar pôde freqüentar as escolas e eram rotulados em geral, como alunos difíceis.
Os alunos difíceis que apresentavam dificuldades de aprendizagem, mas que não tinha origens em quadros neurológicos, numa linguagem psicanalítica, não estruturam uma psicose ou neurose grave, que não podiam ser considerados portadores de deficiência mental, oscilavam na conduta e no humor e até dificuldades nos processos simbólicos, que dificultam a organização do pensamento, que consequentemente interferem na alfabetização e no aprendizado dos processos lógico-matemáticos, demonstram potencial cognitivo, podendo ser resgatados na sua aprendizagem.
Raramente as dificuldades de aprendizagem têm origens apenas cognitivas. Atribuir ao próprio aluno o seu fracasso, considerando que haja algum comprometimento no seu desenvolvimento psicomotor, cognitivo, lingüístico ou emocional (conversa muito, é lento, não faz a lição de casa, não tem assimilação, entre outros.), desestruturação familiar, sem considerar, as condições de aprendizagem que a escola oferece a este aluno e os outros fatores intra-escolares que favorecem a não aprendizagem.
As dificuldades de aprendizagem na escola, podem ser consideradas uma das causas que podem conduzir o aluno ao fracasso escolar. Não podemos desconsiderar que o fracasso do aluno também pode ser entendido como um fracasso da escola por não saber lidar com a diversidade dos seus alunos. É preciso que o professor atente para as diferentes formas de ensinar, pois, há muitas maneiras de aprender. O professor deve ter consciência da importância de criar vínculos com os seus alunos através das atividades cotidianas, construindo e reconstruindo sempre novos vínculos, mais fortes e positivos.
O aluno, ao perceber que apresenta dificuldades em sua aprendizagem, muitas vezes começa a apresentar desinteresse, desatenção, irresponsabilidade, agressividade, etc. A dificuldade acarreta sofrimentos e nenhum aluno apresenta baixo rendimento por vontade própria.
Durante muitos anos os alunos foram penalizados, responsabilizados pelo fracasso, sofriam punições e críticas, mas, com o avanço da ciência, hoje não podemos nos limitar a acreditar, que as dificuldades de aprendizagem, seja uma questão de vontade do aluno ou do professor, é uma questão muito mais complexa, onde vários fatores podem interferir na vida escolar, tais como os problemas de relacionamento professor-aluno, as questões de metodologia de ensino e os conteúdos escolares.
Se a dificuldade fosse apenas originada pelo aluno, por danos orgânicos ou somente da sua inteligência, para solucioná-lo não teríamos a necessidade de acionarmos a família, e se o problema estivesse apenas relacionado ao ambiente familiar, não haveria necessidade de recorremos ao aluno isoladamente.
A relação professor/aluno torna o aluno capaz ou incapaz. Se o professor tratá-lo como incapaz, não será bem sucedido, não permitirá a sua aprendizagem e o seu desenvolvimento. Se o professor, mostrar-se despreparado para lidar com o problema apresentado, mais chances terá de transferir suas dificuldades para o aluno.
Os primeiros ensinantes são os pais, com eles aprendem-se as primeiras interações e ao longo do desenvolvimento, aperfeiçoa. Estas relações, já estão constituídas na criança, ao chegar à escola, que influenciará consideravelmente no poder de produção deste sujeito. É preciso uma dinâmica familiar saudável, uma relação positiva de cooperação, de alegria e motivação.
Torna-se necessário orientar aluno, família e professor, para que juntos, possam buscar orientações para lidar com alunos/filhos, que apresentam dificuldades e/ou que fogem ao padrão, buscando a intervenção de um profissional especializado. Dicas para os pais:
  • Estabelecer uma relação de confiança e colaboração com a escola;
  • Escute mais e fale menos;
  • Informe aos professores sobre os progressos feitos em casa em áreas de interesse mútuo;
  • Estabelecer horários para estudar e realizar as tarefas de casa;
  • Sirva de exemplo, mostre seu interesse e entusiasmo pelos estudos;
  • Desenvolver estratégias de modelação, por exemplo, existe um problema para ser solucionado, pense em voz alta;
  • Aprenda com eles ao invés de só querer ensinar;
  • Valorize sempre o que o seu filho faz, mesmo que não tenha feito o que você pediu;
  • Disponibilizar materiais para auxiliar na aprendizagem;

É preciso conversar, informar e discutir com o seu filho sobre quaisquer observações e comentários emitidos sobre ele.
Cada pessoa é uma. Uma vida é uma história de vida. É preciso saber o aluno que se tem, como ele aprende. Se ele construiu uma coisa, não pode-se destruí-la. O psicopedagogo ajuda a promover mudanças, intervindo diante das dificuldades que a escola nos coloca, trabalhando com os equilíbrios/desequilíbrios e resgatando o desejo de aprender




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

SUGESTÕES DE JOGOS PSICOPEDAGÓGICOS


OS JOGOS E SEUS BENEFÍCIOS NAS DIFICULDADES NO APRENDIZADO.



Piaget (1975) nos relata que “nas brincadeiras a criança desenvolve a criatividade através do faz-de-conta e trabalha o que tem de mais serio, necessário e vital, o crescimento e desenvolvimento da personalidade e da vida. Na medida em que favorece o processo da criança, o brincar enriquece os espaços de aprendizagem”.  Deve essa bandeira também, pois sabemos que através dos jogos, brincadeiras, do faz - de - conta as crianças se desenvolve melhor. Os adolescentes também gostam claro que cada brincadeira e jogos devem ser orientados e de acordo com sua faixa etária de idade.

  TRILHA

 Objetivo: Vai depender do desafio estipulado.
Material necessário: uma folha de papel cartão ou EVA ou A3, para servir de tabuleiro, papéis coloridos para fazer as casas da trilha, cartões que corresponderão aos desafios.
JEITO DE FAZER E DE JOGAR: Ao confeccionar a trilha, apenas numerar as casas e estipular cores, pois essa mesma trilha irá servir pra vários desafios. Ex. de desafios: completar uma palavra ou frase, cálculos, formar frase, perguntas sobre assuntos trabalhados, leitura de palavras, figuras pra escreveram o nome delas no quadro.......


 JOGO DA MEMÓRIA RELACIONANDO PALAVRA X FIGURA
.
 (2 a 4 jogadores)
Objetivo: Construir e jogar o jogo juntamente com a criança para melhor fixação das palavras.
Material necessário: quadrado de cartolina, revistas contendo variados tipos de figuras, cola, tesoura, canetinhas, papel rascunho, lápis e borracha, computador e impressora.
Jeito de Fazer e de jogar: Pede-se à criança que escolha uma figura da revista, recortar e colar num dos quadrados. Escrever o nome da figura a lápis, numa folha rascunho, depois escrever em outro pedaço de
cartolina com a canetinha, para reforçar ainda mais, escrever no computador a mesma palavra. Repetir este procedimento tantas for às figuras escolhidas para o jogo.
No final imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.

MASSA DE MODELAR
 (Individual)
Objetivo: Construir letras e formar palavras fazendo relação tátil cenestésica.
Material necessário: massa de modelar, lápis, borracha, papel.
Receita da massa de modelar: 1 xíc. trigo, 1 xíc. de água fervendo,
1 colher de sopa de sal, 2 colheres de sopa de vinagre, ½ xícara de
creme pra mãos. Misturar tudo e ir acrescentando trigo até dar o ponto.
Para a massinha ficar colorida, usar anilina ou Ki suco.
Jeito de Fazer e de jogar: Escrever uma palavra usando a massa de modelar.
Essa palavra pode ser sobre um assunto trabalhado, partir de uma figura, enfim, cada professor escolhe a melhor maneira. Pedir que passe o dedo indicador sobre as letras feitas com a massa (de olhos abertos) após, pede-se que feche os olhos e novamente passe o dedo sobre as letras. Quando concluído pede-se para escrever numa folha a palavra tateada.

VARIAÇÃO: COM AREIA

Objetivos: Discriminação tátil, perceptiva das letras escrita, leitura Material Necessária: Areia colorida, caderno para registro.
Jeito de Fazer e de jogar : Deixar as crianças escreverem em cartões, as letras do alfabeto, passar cola e despejar areia por cima (cada criança deverá ter um alfabeto completo em um saquinho). Após as letras estarem secas, pedir que sorteiem uma letra do saquinho, passe o dedo indicador sobre ela com os olhos abertos e depois com os olhos fechados. Depois desses 2 movimentos, pedir que registrem a letra no caderno.


 BASQUETE E CAMPO DE FUTEBOL

(2 a 4 jogadores)
Objetivo: desenvolver a atenção, concentração, controle respiratório, trabalhar a área pneumofono articulatória.
Material necessário: cartolina, copinho de café, algodão, canudo fino/grosso.
Jeito de Fazer e de Jogar: As crianças recebem os materiais e lhes é solicitado que criem um campo de basquete e um campo de futebol. A bola é feita com chumaço de algodão. Com o canudo, ora fino, ora
grosso, colocar, através de sucção (no basquete) e assoprando (futebol), a bola deve ser colocada dentro do copinho de café, que deverá ser aberto embaixo. No futebol deve ser levada ao gol, assoprando. O copinho de café deve ser colado mais alto, tipo cesta de basquete mesmo, usando uma cartolina mais grossa para fazer o “poste” e colar o copinho nele. O gol pode ser feito com o material que achar mais
prático.


PESCARIA.

(2 a 4 jogadores)
Objetivos: Desenvolver a atenção, concentração, coordenação motora, linguagem oral e escrita e o cálculo mental.
Material Necessário: Peixinhos em EVA, vara de pesca com imã na frente.
Jeito de Fazer e de jogar: Confeccionar vários peixinhos, Escrever ou colar palavras, figuras, cálculos
frases atrás desses peixes. Em cima dos peixes, colar um imã. Colocar na ponta da vara de pescar um imã. Os peixes são espalhados no chão. Uma criança de cada vez, pesca um desses peixes e faz o que se pede atrás das fichas. Nos peixes que contém palavras, deve apenas lê-la. Nos peixes que contém uma figura, deve escrever o nome da mesma no quadro. Nos peixes que contém frases, também deve lê-la. E
nos peixes que contém os cálculos, deve resolvê-lo mentalmente. A pescaria termina quando todos os peixes forem pescados.
Outras possibilidades: Podem-se colar perguntas sobre diversos assuntos estudados ou de conhecimentos gerais, dependendo do nível da turma.

 BRINCANDO E APRENDENDO ORTOGRAFIA
(com a turma toda)
Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração, desenvolver a linguagem oral e escrita, acertar e memorizar a grafia correta das palavras
Material Necessário: Papel cartão, EVA ou restos de papéis coloridos, tesoura, cola, dois marcadores, letras impressas (R,RR,S,SS,Z,Ç,SC,X,CH,G,J), aproximadamente 60 palavras impressas contendo as letras acima discriminadas.
Jeito de Fazer e de jogar: Confeccionar um tabuleiro (30x10 cm) com o papel cartão. Com o eva ou papel colorido, fazer uma trilha. Confeccionar outro tabuleiro (21x10 cm), dividir esse tabuleiro em 11 partes. Em cada parte colar ou escrever as letras impressas. Confeccionar + ou -60 fichas (7x5 cm)
também em papel cartão. Escrever palavras que contenham as letras impressas.
Cada participante receberá um tabuleiro com a trilha e um tabuleiro contendo as letras impressas e dois marcadores. O leitor (aqui sendo o professor) embaralha as fichas e as coloca virada com a face para baixo. O leitor pega a primeira ficha e lê em voz alta para os demais participantes. Assim que o leitor disser a palavra, os demais jogadores deverão colocar o marcador na letra que corresponde à grafia correta
da palavra. Assim que todos derem o seu palpite, é hora de conferir a resposta. O leitor então diz aos jogadores a grafia correta. Quem marcou a alternativa correta, avança uma casa no outro tabuleiro, quem
marcou a alternativa errada, deve voltar uma casa. O jogo prossegue até alguém andar todas as casas do tabuleiro. O papel de leitor pode ser alternado entre os jogadores. A palavra lida pode ser escrita numa folha, após ser conferida a sua grafia. Após o jogo pode ser feito um ditado com as palavras lidas.


FORMANDO FRASES COM AS LETRAS SORTEADAS.


(todos da sala)
Objetivos: Desenvolver a criatividade, formar frases.
Material Necessário: Um saco contendo as letras do alfabeto repetidas várias vezes, folha, lápis, borracha.
Jeito de Fazer e de jogar: Cada criança retira 4 letras do saco e deve formar uma frase onde cada palavrada frase inicie com as letras sorteadas. EX: P R T E = Paulo recebeu tarefa extra
.

JOGO DOS 7 ERROS

jelatina, pato (duplas)
Objetivos: Observar, compreender e assimilar a escrita correta das palavras.
Material Necessário: Uma folha contendo várias palavras, dentre essas palavras, 7 deverão ter algum erro.
Jeito de Fazer e de jogar: A dupla trabalha em conjunto, descobrir qual palavra contém o erro, circular a palavra e depois escrevê-la corretamente ao lado ou embaixo. EX: caza – tepo – chacalé  – casa, tempo, jacaré...

 CONSTRUÇÃO DE PALAVRAS COM O ALFABETO MÓVEL



Objetivo: Construir palavras utilizando o alfabeto móvel.
Material necessário: tiras de cartolina, diversas figuras, um alfabeto móvel e computador + impressora se tiver.
Jeito de Fazer e de jogar: Em cada tira de cartolina colar uma figura, fazer traços com o respectivo número de letras a ser usado para a construção da palavra com o alfabeto móvel. Após montar a palavra com o alfabeto móvel, a criança irá escrever a mesma palavra no computador, reforçando, portanto, o registro da palavra. No final imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.

JOGO DOS CANUDINHOS.
(2 a 4 jogadores)
Objetivo: Relacionar número à quantidade e diferenciar quantidades maiores/menores,
multiplicação.
Material necessário: 2 dados, 20 canudinhos
Jeito de Fazer e de jogar: Os canudos ficam no centro da mesa. Cada participante joga os dois dados de uma só vez e conta quantos pontos fez. O outro participante faz o mesmo. Quem fizer mais pontos, tem o direito de pegar um canudo. Ganha o jogo quando acabar os canudos do centro da mesa. No final contam se quantos canudos cada participante conseguiu pegar. Pode-se variar o jogo como: jogam-se os dois dados,
quando a soma for 7, pega-se um canudo. Outra variante é jogar 2 dados e pegar o número de canudos correspondente a um dos dados e colocar estes na vertical. Jogar o outro dado, pegar os canudos e colocar estes, na horizontal, sobre os canudos que estão na vertical. Contam-se os “encontros” e este é o resultado da multiplicação. EX:
5 X 3 = 15

CORRIDA
 (2 a 4 jogadores)
Objetivo: Trabalhar os sinais da adição e subtração e seu respectivo valor.
Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA, para servir de tabuleiro, 80 círculos, numerados de 1 a 20 (+ou- 4cm de diâmetro), 4 marcadores, fichas de cartolina, contendo as ordens: +1 +2 +3 +4...-1 -
2 -3 -4 ( repetir 6x ou mais)
Jeito de Fazer e de jogar: No papel cartão, formar 4 “pistas” numerada de 1 a 20. Os participantes devem escolher a cor da sua pista e colocar o seu marcador antes do número 1. Combinar quem iniciará o
jogo. O participante que irá iniciar, deve retirar uma ficha do monte e seguir com o seu marcador a quantidade de casas que indicar na ficha. Vence quem primeiro chegar a casa 20 ou passar dela.

 JARDIM PEDAGÓGICO.
(2 a 4 jogadores)
Objetivo: Trabalhar centena , dezena e unidade.
Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA preto para servir de tabuleiro, 4 gramadinhos feito de EVA verde, retalhos de papéis coloridos pra confeccionar as flores e um dado comum.
Jeito de Fazer e de jogar: Com o EVA verde, confeccionar os gramados e colar nas pontas do tabuleiro.
Confeccionar 40 flores médias, sendo 10 de cada cor, 40 flores pequenas, sendo 10 de cada cor também e 1 flor grande (cor diferenciada). Colocar as flores pequenas espalhadas pelo tabuleiro. Combinam quem iniciará o jogo. O primeiro participante joga o dado e recolhe do “jardim” tantas flores pequenas quanto o número mostrado no dado. Toda vez que possuir 10 flores pequenas, irá trocar por uma flor média. Irá
devolver as flores pequenas ao “jardim” e começar recolhendo elas novamente, até possuir 10 flores
médias e trocá-la pela flor maior. Vence o jogo quem conseguir a flor maior.


TRABALHANDO O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL
(2 a 4 jogadores)
Objetivo: Formar números e refletir sobre o valor posicional dos algarismos.
Material necessário: Confeccionar em cartolina, cartas numeradas de 0 a 9 (fazer 3x) e um placar contendo as ordens M C D U para cada jogador conforme modelo abaixo, caderno de matemática.
Jeito de Fazer e de jogar: Cada um, na sua vez tira um cartão com um número e coloca sobre um dos espaços em branco no placar, até que todos os espaços estejam preenchidos. Depois que a carta for colocada, não poderá mais ser retirada. O objetivo é conseguir formar o maior ou menor número conforme o combinado no início do jogo. Formar, cada um, pelo menos 5 números. Cada número que
formar, anotar no caderno. Após cada participante ter construído o seus números, criar atividades em cima do jogo. Ex: maior/menor número, decompor os números, escrita, ordem crescente e decrescente, sucessor e antecessor somam dos números...

JOGO DO TAPA.
 (dupla)
Objetivo: trabalhar a percepção, agilidade de raciocínio, identificar os numerais até 10.
Material necessário: cartas numeradas de 1 até 10 (repetir 4 vezes cada número)
Jeito de Fazer e de jogar: Distribuir as cartas uma a uma para cada jogador. Estas devem ser juntadas na
mão e sendo que as mesmas devem ficar viradas para baixo (na mão). Determina-se quem irá iniciar o jogo. O primeiro jogador, vira uma carta, e coloca a mesma no centro e diz “um”, o próximo jogador, vira
outra carta e diz “2”, colocando a mesma em cima da que já está no centro. O jogo continua contando-se até 10, ao chegar no 10, inicia-se do 1 novamente. Obs: Quando for virada uma carta que corresponde ao número falado, quem da dupla for mais ágil, bate com a mão e fica com todas as cartas do centro da mesa.
O jogo termina até um dos jogadores não ter mais cartas na mão.

SOMA OU SUBTRAÇÃO.
 Você decide! ( 2 a 4 participantes)
Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração. Trabalhar soma e subtração
Material Necessário: 1 Tabuleiro como no modelo abaixo, 2 cores de cartolina, 5 marcadores para cada participante.
Jeito de Fazer e de jogar: Recorte oito quadrados de cada cor. Numere os dois conjuntos de 0 a 7.
Escolher que começa o jogo, pegar 2 cartões, um de cada cor. Você pode somar ou subtrair. Coloque o marcador no quadrado que tem o resultado. Vence quem colocar 5 marcadores qualquer direção(horizontal, vertical e diagonal).
10 3 8 6 1
1 4 10 3 6
2 13 3 12 0
9 4 5 1 11
3 2 14 2 7

 MAIS UM
(2 a 4 participantes)
Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração, trabalhar a adição
Material Necessário: Uma cartela conforme figura abaixo para cada criança, 10 fichas para cada jogador,1 dado. Este é talvez o jogo mais fácil para crianças de pré-escola. Jeito de Fazer e de jogar: O primeiro jogador lança o dado e soma Mais UM ao número lançado. Coloca uma ficha no resultado. Vence o jogo quem colocar todas as fichas na cartela.
5 2 6 3 4 7 3 
3 7 5 4 6 2 5 
4 7 2 5 3 7 6 
6 5 6 7 6 4 3 
2 7 3 6 2 5 4 

18- MAIS DOIS (2 a 4 participantes)
Jeito de Fazer e de jogar: Segue mesma regra do jogo Mais UM, apenas, soma-se +2 ao valor do dado.
3 5 7 4 8 4 3 
6 4 3 6 5 6 7 
5 6 5 8 4 5 3 
7 4 4 5 3 6 4 
3 7 6 7 6 5 7 

19- MAIS CINCO (2 a 4 participantes)
Jeito de Fazer e de jogar: Segue mesma regra do jogo Mais UM, apenas soma-se +5 ao valor do dado.

20- Cubra os números (2 a 4 participantes)
Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração
Trabalhar soma.
Material Necessário: Um tabuleiro contendo 4x o modelo abaixo, 2 dados
Jeito de Fazer e de jogar: Diferenciar com alguma cor cada fileira de números. Escolher quem começa o jogo joga-se os dois dados e soma-se. Colocar o marcador resposta. Ao jogar novamente e cair numa resposta que já tenha marcado passar a vez. Vence quem marcar tudo primeiro.

 MOTRICIDADE ORAL.
(2 a 4 participantes)
Objetivos: Trabalhar a motricidade oral e área fonoarticulatória
Material Necessário: Uma trilha com muitos obstáculos, um dado e cartões contendo o que deve ser feito.
Jeito de Fazer e de jogar: Ver quem inicia o jogo, jogar o dado e pular o número de casas indicado no dado. Ao cair em um obstáculo da trilha, pegar um cartão e fazer o que se pede. Obs: a professora pode
ler. O dizer dos cartões segue anexo.


JOGO DOS SAPINHOS

Objetivos: Trabalhar a paciência e a observação
Material Necessário: Um retângulo preto de Eva (30 X 8), restos de Eva marrom, restos de Eva verde escuro e verde claro, olhinhos que mexem para os sapinhos.
Jeito de Fazer e de jogar: Recortar o Eva marrom imitando 7 pedras, e colar na placa preta, uma ao lado da outra, deixando um dedo de espaço entre elas. Com o Eva verde, fazer sapinhos (podem ser comprados prontos). Colocar 3 sapinhos claros nas 3 pedras da direita e os sapinhos escuros nas 3 pedras da esquerda, sobrando a pedra do meio. Escolher quem começa o jogo, que consiste em passar os sapinhos claros para o lugar dos sapinhos verdes escuro. Regra: sapinhos claros não podem passar por cima dos sapinhos claros e vice

quarta-feira, 31 de julho de 2013

SEGUNDO SEMESTRE CHEGANDO.


E COM ELE ALGUMAS PREOCUPAÇÕES DE PAIS E EDUCADORES.

O início do segundo semestre vem carregado de muitas expectativas, recuperar as notas baixas ou manter as notas azuis (aprovativas) deixadas pelo primeiro semestre e também pode significar uma nova etapa no desenvolvimento da criança. Imagine a surpresa dos pais quando são chamados na escola e informados que seu filho apresenta "problemas de aprendizagem", ou que não está conseguindo acompanhar a turma. Esta informação pode alterar a dinâmica familiar, gerando preocupação e insegurança a respeito do futuro desta criança.
Essas dificuldades são encontradas em aproximadamente 15% da população escolar. São crianças que não conseguem aprender da mesma forma que outras, apesar de possuírem, uma inteligência normal. Elas têm um perfil cognitivo diferente, um estilo diferente de aprender, mas, nem por isso, são menos criativas e capazes que as demais.
 MAS O QUE É DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM?
 Essas dificuldades são apresentadas em função de uma situação orgânica ou psicológica que envolve a memorização, o armazenamento de informação por parte da criança e, muitas vezes, a sua concentração.
Entendemos por situação orgânica ou impedimento orgânico aquelas dificuldades cujas causas advêm em função de déficits, transtornos, até quadros de baixa auditiva e visual. Por outro lado, as causas psicológicas podem estar relacionadas a um trauma emocional sofrido ou vivenciado pela criança, podem também estar relacionadas a não existência de um vínculo afetivo com seus educadores. Até mesmo dificuldades provenientes a técnicas, métodos e ações educacionais inadequadas, que dificultem alguns conhecimentos. Sem eles, não é possível acompanhar as atividades e o conteúdo escolar, pois a sequência didática já se perdeu e, sozinhos, estes alunos não conseguem fazer o resgate e o acompanhamento destes saberes. Muitas vezes faz-se necessário que os educadores mudem sua forma de ministrar suas aulas, principalmente quando observar que tem crianças com dificuldade no aprendizado, já que elas conseguem aprender, claro que não da mesma forma que as outras crianças.
Confira algumas características que poderão ser observadas em crianças com dificuldades de aprendizagem:
EM RELAÇÃO AO ASPECTO COGNITIVO:

Ø     Dificuldade em aprender cores;
Ø     Dificuldade nos trabalhos de coordenação (cobrir pontinhos, pintar, etc.);
Ø     Dificuldade durante o processo de alfabetização (falha na identificação das letras e seus sons);
Ø     Dificuldade para memorizar datas, dias da semana, meses do ano, número de telefones;
Ø     Dificuldade para decorar tabuadas, fórmulas e músicas;
Ø     Dificuldade para reconhecer ritmos diferentes;
Ø     Pouca objetividade na resolução de problemas simples;
Ø     Dispersão e desatenção;
Ø     Trocas de letras;
Ø     Dificuldade para generalizar as aprendizagens;
Ø     Desorganização com o material escolar;
Ø     Lentidão para realizar os deveres de casa.
           
                                        
EM RELAÇÃO AO ASPECTO EMOCIONAL / COMPORTAMENTAL:

ü     Baixa autoestima;
ü     Elevado nível de ansiedade;
ü     Não se percebe como capaz de aprender, sempre solicita ajuda do professor ou da família;
ü     Desvaloriza-se e desvaloriza suas produções;
ü     Não tem persistência nem autonomia;
ü     Frustra-se com facilidade;
ü     É uma criança inquietas, costuma perturbar a classe;
ü     Tende ao isolamento, não tem a sensação de pertencer a um grupo;
ü     Possui pouca competência social, com um atraso de 2 a 4 anos em relação aos seus colegas.

Para tratarmos a dificuldade de aprendizagem é imprescindível a observação dos pais. Ao menor sinal das características acima, ou se você tem dúvida de algum comportamento ou dificuldade escolar de seu filho, procure uma avaliação de um profissional especializado. Ou, se tiver acesso, até uma equipe multidisciplinar composta por psicopedagogo fonoaudiólogo, psicólogo e, por vezes, até um neuropediatra. Não esquecendo o papel importantíssimo do professor, que além de observar os alunos em sala de aula, também pode auxiliar no processo de aprendizagem, tornando a aula mais motivada e dinâmica, não rotulando o aluno, mas dando a oportunidade de descobrir o seu potencial